Biografia não autorizada de Luan Santana revela ameaça de sequestro em 2010

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Aos 24 anos, Luan Santana ganhou sua primeira biografia não autorizada. O livro, escrito pelo jornalista Ricardo Marques, revela um caso até então inédito, quando o cantor foi ameaçado de sequestro antes de um show em 2010. A apresentação seria em uma cidade paraguaia a 50 km de Foz do Iguaçu, no Paraná, onde vivem muitos brasileiros.

Um dos sequestradores teria avisado a equipe sobre o plano por ter uma filha que era fã do cantor. O denunciante tinha informações detalhadas da agenda de Luan e de toda a programação do show, que aconteceria em Santa Rosa del Monday, conhecida por seus altos índices de criminalidade. A Polícia Federal chegou a ser acionada e a apresentação acabou cancelada.

Segundo o empresário que contratou o show, tudo não passou de um boato. Os contratantes chegaram a entrar com um processo e a equipe de Luan preferiu pagar a multa rescisória a correr o risco após recomendação da própria polícia brasileira.

Além da história policial, a biografia ainda traz curiosidades sobre a carreira do cantor, que explodiu nacionalmente em 2009 com a música “Meteoro”

A origem do nome

O nome Luan foi escolhido por causa do filho de Elba Ramalho e Mauricio Mattar, Luã, nascido em 1987. A mãe de Luan, Marizete, era fã de Elba e se inspirou nela para batizar seu bebê no dia 13 de março de 1991. Só tirou o til do “a” e acrescentou um “n”. Por coincidência, Luã Mattar também é músico atualmente.

O show que ele odiou

Luan surgiu com um vídeo no YouTube que foi postado por um desconhecido. Ele tinha 14 anos quando gravou uma canção em um clube de Jaraguari (MS). O então adolescente odiou a apresentação e chegou a destruir o CD. Mas estava errado. Com a divulgação no YouTube, Luan acabou conhecido como “gurizinho de Jaraguari” e estourou nas rádios locais. Foi aí que surgiu o convite para seu 1º show como profissional.

O primeiro nome artístico

Nos primeiros shows, Luan teve de aceitar a divulgação como “Gurizinho de Jaraguari”. Ele odiava o apelido, que pegou depois da divulgação do vídeo na internet. Com o tempo, conseguiu se livrar do “de Jaraguari”, mas teve de continuar se apresentando como “Luan Santana, o gurizinho”.

Idioma próprio

Luan e sua banda se comunicam por um dialeto criado por eles mesmos: o taurismo. Eles não revelam o significado das palavras. Uma das frases que está no livro é: Periga “funiá”, o “lovito” tá na cara, tá meio “king”, mas a “endes” tá cheirosa “diapá”. E aí, entendeu?.

UOL

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